Suporte à decisão clínica que raciocina como um neurocirurgião: gradue o sangramento, avalie o aneurisma, cite a evidência — com a regra de decisão e exatamente o que mudaria a conduta. Feito para neurocirurgiões verificados.
Duas perguntas neurocirúrgicas reais, cada uma raciocinada como o HeyHippocrates responde: as competências disparam, a resposta tem fonte, a regra de decisão é explícita e o que falta é sinalizado. Role até cada uma.
Aneurisma roto, GCS 13, confusão leve, sem déficit focal — grau de Hunt-Hess e próximo passo?
Isso corresponde ao grau II–III de Hunt-Hess. Trate o aneurisma roto precocemente (clipagem ou embolização) — o tratamento precoce reduz o risco de ressangramento; inicie nimodipina em toda HSA aneurismática, trate a hidrocefalia (considere DVE) e monitore isquemia cerebral tardia / vasoespasmo nos dias 4–14.
Regra de decisãoGraus I–III → tratamento precoce do aneurisma; nimodipina em toda HSAa; vigiar vasoespasmo 4–14 dias; DVE para hidrocefalia sintomática.
Não estabelecido apenas com isto — o GCS/exame exato, a morfologia do aneurisma e a hidrocefalia na TC mudam a conduta.
Paciente de 78 anos em apixabana, hematoma subdural crônico de 14 mm, confusão leve — operar ou conduta conservadora?
O HSD crônico sintomático com espessura significativa ou desvio de linha média costuma ser drenado (trepanação com dreno subdural reduz recorrência); antes, suspenda e reverta a anticoagulação. Coleções pequenas e pouco sintomáticas podem ser observadas, e a embolização da artéria meníngea média é um adjuvante emergente.
Regra de decisãoSintomas + carga radiológica indicam cirurgia; coloque um dreno subdural no pós-op para reduzir recorrência; corrija a coagulopatia antes de operar.
Não estabelecido apenas com isto — GCS, desvio de linha média, membranas/septação e status de reversão mudam a conduta.
Simulações ilustrativas. O médico sempre decide.
As perguntas exatas que a sua área pesquisa — respondidas no formato da base de conhecimento: a resposta, a regra de decisão, o que falta e a fonte.
Hunt-Hess gradua a HSA aneurismática pelo estado clínico: I assintomático/cefaleia leve; II cefaleia moderada–intensa ou paralisia de nervo craniano, sem outro déficit; III sonolência, confusão ou déficit focal leve; IV estupor, hemiparesia moderada–intensa; V coma/descerebração. Grau menor prevê melhor desfecho e favorece tratamento precoce.Hunt & Hess
Regra de decisãoGrau I–III → tratamento precoce do aneurisma; grau IV–V → reanimar/estabilizar (DVE para hidrocefalia) e reavaliar; o grau orienta prognóstico e tempo.
Dados faltantes: GCS, déficit focal, tamanho ventricular e ressangramento refinam o grau e o tempo.
Confirme com TC sem contraste (punção lombar se negativa e alta suspeita), depois AngioTC/ASD para achar a fonte. Trate o aneurisma precocemente por clipagem ou embolização, controle a pressão até tratar, inicie nimodipina e trate a hidrocefalia aguda com DVE. Reverta qualquer coagulopatia.síntese de diretrizes
Regra de decisãoDiagnosticar → localizar → tratar precoce → nimodipina → manejar PIC/hidrocefalia → vigiar vasoespasmo dias 4–14.
Dados faltantes: a localização/morfologia do aneurisma, a hidrocefalia e o grau clínico definem a estratégia de tratamento.
O HSD crônico sintomático com espessura significativa ou desvio de linha média costuma ser drenado — trepanação com dreno subdural reduz recorrência. Coleções pequenas e pouco sintomáticas podem ser observadas; a embolização da MMA é um adjuvante emergente, sobretudo em recorrência ou maus candidatos cirúrgicos.síntese de diretrizes
Regra de decisãoSintomas + carga radiológica indicam cirurgia; dreno subdural no pós-op; reserve a observação para coleções finas e assintomáticas.
Dados faltantes: GCS, anticoagulação/reversão, membranas e estado funcional basal mudam a conduta.
Para a maioria dos aneurismas incidentais <7 mm na circulação anterior sem HSA prévia, a observação com imagem seriada é razoável. Tamanho, localização na circulação posterior, crescimento documentado, história familiar e idade mais jovem deslocam o equilíbrio para o tratamento.PHASES · UIATS
Regra de decisãoPese o risco de ruptura (PHASES) contra o risco do procedimento; circulação posterior, HSA prévia, crescimento ou idade mais jovem favorecem o tratamento.
Dados faltantes: tamanho e morfologia exatos, localização, história familiar e tabagismo mudam a recomendação.
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Ele trabalha nas escalas que você usa — Hunt-Hess e WFNS para HSAa, além de Fisher modificado para risco de vasoespasmo — e sempre mostra o raciocínio por trás do grau e o que mudaria. O grau é sempre sua decisão.
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