Suporte à decisão clínica que raciocina como um clínico: individualize a meta, escolha o agente que protege o órgão, estratifique o destino pelo risco — com a regra de decisão e exatamente o que a mudaria. Feito para clínicos verificados.
Duas perguntas reais de clínica médica, cada uma raciocinada como o HeyHippocrates responde: as competências disparam, a resposta tem fonte, a regra de decisão é explícita e o que falta é sinalizado. Role até cada uma.
Paciente de 58 anos com diabetes tipo 2, HbA1c 8,5%, DCVA e DRC estabelecidas, já em metformina — qual agente a seguir?
Com DCVA e DRC estabelecidas, o próximo agente é escolhido para proteger o órgão, não apenas a glicose. Um inibidor de SGLT2 é preferido aqui — retarda a progressão da DRC e reduz eventos de insuficiência cardíaca e cardiovasculares, independentemente da HbA1c. Um agonista do receptor de GLP-1 é a alternativa ou o acréscimo, com forte benefício cardiovascular e perda de peso. Mantenha a metformina e o estilo de vida, e titule até uma meta individualizada.
Regra de decisãoDM2 + DCVA/DRC/IC → acrescentar um inibidor de SGLT2 (ou agonista de GLP-1) para proteção de órgão independentemente da HbA1c; manter a metformina; individualizar a meta glicêmica.
Não estabelecido apenas com isto — a TFGe, o status de insuficiência cardíaca, o peso, o risco de hipoglicemia e o custo mudam a escolha.
Paciente de 72 anos, tosse produtiva e febre, confusão nova, frequência respiratória 24, pressão arterial 100/60, ureia elevada — CURB-65 e destino?
Pontue o CURB-65: confusão (1), ureia elevada (1) e idade ≥65 (1) dão pelo menos 3 — uma pneumonia adquirida na comunidade de alto risco. Isso apoia a internação hospitalar com consideração de cuidado de maior nível, hemoculturas e antibióticos empíricos precoces conforme a orientação local. Reavalie a frequência respiratória e a pressão arterial, que podem indicar terapia intensiva.
Regra de decisãoCURB-65 0–1 → ambulatorial; 2 → considerar internação; ≥3 → internar e considerar terapia intensiva; iniciar antibióticos empíricos precoces.
Não estabelecido apenas com isto — a oxigenação, os sinais vitais exatos, a comorbidade e o suporte social mudam o destino.
Simulações ilustrativas. O médico sempre decide.
As perguntas exatas que a sua área pesquisa — respondidas no formato da base de conhecimento: a resposta, a regra de decisão, o que falta e a fonte.
Individualize a meta de HbA1c — em torno de 7% para muitos, mais rígida em jovens saudáveis, mais frouxa em frágeis ou com risco de hipoglicemia. A metformina e o estilo de vida são a base, mas o segundo agente é escolhido pela comorbidade: um inibidor de SGLT2 ou agonista do receptor de GLP-1 para DCVA, insuficiência cardíaca ou DRC estabelecidas (independentemente da HbA1c), um agonista de GLP-1 quando o peso importa, sempre pesando custo e risco de hipoglicemia.ADA/EASD · diretriz
Regra de decisãoIndividualizar a HbA1c (~7%); metformina + estilo de vida; segundo agente guiado pela comorbidade (iSGLT2/agonista de GLP-1 para DCVA/IC/DRC, independentemente da HbA1c).
Dados faltantes: a TFGe, a insuficiência cardíaca, o peso, o risco de hipoglicemia e o custo mudam o agente e a meta.
O CURB-65 pontua Confusão, Ureia acima de 7 mmol/L, frequência Respiratória ≥30, Pressão arterial baixa (PAS abaixo de 90 ou PAD 60 ou menos) e idade ≥65, um ponto cada. Um escore de 0–1 costuma permitir cuidado ambulatorial, 2 justifica considerar internação, e 3–5 significa internar com consideração de terapia intensiva. Combine com a oxigenação e o julgamento clínico, e inicie antibióticos empíricos precoces.CURB-65
Regra de decisãoCURB-65 0–1 → ambulatorial; 2 → considerar internação; 3–5 → internar ± terapia intensiva; acrescentar oxigenação e julgamento; não atrasar os antibióticos.
Dados faltantes: a saturação de oxigênio, a comorbidade, os sinais vitais exatos e os fatores sociais refinam o destino.
Confirme a hipertensão com medidas fora do consultório antes de comprometer com terapia por toda a vida. A meta é geralmente abaixo de 130/80 para a maioria dos adultos. Inicie mudança de estilo de vida e escolha um agente de primeira linha entre um diurético tiazídico, um inibidor da ECA ou BRA, ou um bloqueador de canal de cálcio; a hipertensão estágio 2 geralmente precisa de dois agentes desde o início. Combine a escolha à comorbidade — um IECA/BRA no diabetes ou na DRC.ACC/AHA · diretriz
Regra de decisãoConfirmar fora do consultório; meta <130/80 para a maioria; primeira linha tiazídico/IECA-BRA/BCC; estágio 2 → dois agentes; combinar à comorbidade.
Dados faltantes: as medidas confirmadas, a comorbidade, a idade e as causas secundárias mudam a meta e o agente.
Uma anemia microcítica com ferritina baixa é deficiência de ferro. A tarefa não é apenas repor o ferro, mas encontrar a fonte: em homens e mulheres na pós-menopausa, investigue perda de sangue gastrointestinal com endoscopia alta e baixa; em mulheres que menstruam, pese as causas menstruais e dietéticas, mas ainda investigue sinais de alarme. Reponha o ferro por via oral ou intravenosa e reavalie a resposta.síntese de diretrizes
Regra de decisãoMicrocítica + ferritina baixa → deficiência de ferro; encontrar a fonte (investigação GI em homens/mulheres na pós-menopausa); repor o ferro e confirmar a resposta.
Dados faltantes: a ferritina, os índices hematimétricos, os sintomas e os sinais de alarme definem a investigação.
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